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terça-feira, 14 de agosto de 2012

Pão Diário


14 de agosto de 2012

Tudo valerá a pena

C. P. Hia
Hebreus 11:8-16
Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial… —Hebreus 11:16
Isaías 55–57
Perguntávamo-nos por que uma amiga nossa viajava constantemente para a Tasmânia. Recentemente, ela nos convidou para irmos com ela. Saímos do aeroporto, passamos por uma ponte, pela cidade e subúrbios. Nada espetacular; e continuamos a viagem. Após algumas voltas que nos levaram lenta e diretamente até o topo, vimos o contorno da costa. Ainda assim, uma vista bem comum.
Mas ao subir a estradinha íngreme e chegar ao destino, o panorama espetacular da cidade ficou nítido. Até mesmo a ponte que passáramos e que parecera tão sombria, agora parecia belíssima! Agora sabíamos a razão de ela viajar para lá com frequência.
As vidas dos pioneiros da fé registradas no livro de Hebreus 11 tinham também suas “voltas difíceis” e situações “monótonas”. Mas eles continuaram e não deram meia-volta. Qual era o destino? O céu, “…a cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador” (v.10).
Esther Kerr Rusthoi escreveu sobre a nossa jornada até o céu em seu hino “Valerá a pena”:
“Valerá a pena, quando virmos Jesus;
As lutas da vida parecerão pequenas quando virmos Cristo;
Um vislumbre de Seu belo rosto apagará toda a dor;
Corra a corrida bravamente, até ver Cristo!”
Hoje, se sua vida está normal ou difícil, continue tentando. Ao fim da jornada, você verá o incrível lugar que Deus preparou para nós. E terá valido a pena!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

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13 de agosto de 2012

Derrube o muro!

Cindy Hess Kasper
Efésios 2:14-18
Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo… —Romanos 5:1-2
Isaías 52–54
O Muro. Para os habitantes do leste da Alemanha há mais de 50 anos, estas duas palavras eram as únicas necessárias para descrever a barreira erigida em 13 de agosto de 1961. Essa data marcou o início da construção de uma barreira concreta que separava a Alemanha Ocidental da Oriental. Em certo momento, o muro tornou-se quase impenetrável — protegido por arame farpado e homens armados. Mas em 1989, o muro foi derrubado, removendo a barreira entre os países.
Outro muro também precisa ser removido — o muro entre a humanidade e Deus. Essa barreira foi construída no Jardim do Éden quando um homem e uma mulher cometeram o primeiro ato de rebelião contra Deus (Gênesis 3). E todos nós continuamos essa rebelião desde então! Você consegue visualizar esse muro impenetrável? O livro de Isaías 59:2 relata: “…as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus…”.
No entanto, a morte e a ressurreição de Jesus tornaram possível a reconciliação com Deus (2 Coríntios 5:17-21). Todos aqueles que aceitam o sacrifício de Cristo pelo pecado serão reconciliados com Deus e sua barreira de pecado será derrubada. A morte de Cristo também demoliu outros muros restritivos — entre judeus e gentios, escravos e livres, homens e mulheres (Gálatas 3:28).
Não permita que o seu “muro” da indecisão o impeça de aceitar o presente de Deus: a salvação.

domingo, 12 de agosto de 2012

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12 de agosto de 2012

Dúvidas e fé

Dennis Fisher
João 20:24-31
…Senhor meu e Deus meu! —João 20:28
Isaías 49–51
Alguém que crê em Jesus e que ocasionalmente tem dúvidas em questões de fé pode efetivamente servir ao Senhor? Algumas pessoas pensam que os cristãos maduros e em crescimento nunca questionam suas crenças. Mas assim como temos experiências que podem edificar nossa fé, podemos também ter experiências que nos fazem duvidar temporariamente.
O discípulo Tomé em princípio teve dúvidas com relação aos relatos da ressurreição de Jesus. Ele disse: “…Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos […] de modo algum acreditarei” (João 20:25). Cristo não repreendeu Tomé, mas mostrou-lhe a prova que ele pedira. Maravilhado ao ver o Salvador ressurreto, Tomé exclamou: “…Senhor meu e Deus meu!” (20:28). Após este incidente, o Novo Testamento não menciona o que aconteceu com Tomé.
Algumas tradições da igreja primitiva, no entanto, declaram que Tomé foi à Índia como missionário. Diz-se que enquanto esteve lá, pregou o evangelho, realizou milagres e implantou igrejas. Algumas destas igrejas na Índia ainda têm congregações ativas que rastreiam sua fundação até Tomé.
Um momento de dúvida não precisa tornar-se um padrão de vida. Permita que Deus o guie a uma compreensão profunda de Sua realidade. Renove sua fé. Você ainda pode realizar grandes feitos para Ele.

sábado, 11 de agosto de 2012

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11 de agosto de 2012

Olhos para ver

Julie Ackerman Link
Josué 3:1-11
A ti levanto as mãos; a minha alma anseia por ti, como terra sedenta. —Salmo 143:6
Isaías 46–48
Meu primeiro vislumbre da Terra Prometida de cima das colinas de Moabe foi decepcionante. “Era muito diferente quando os israelitas chegaram aqui?” perguntei à nossa guia, enquanto olhávamos para Jericó. Esperava um grande contraste em relação ao lado leste do Jordão. “Não,” ela respondeu. “Tem a mesma aparência por milhares de anos.”
Eu reformulei a pergunta. “O que os israelitas viram quando chegaram aqui?” “O maior oásis da face da terra”, ela respondeu.
Então eu compreendi. Eu havia dirigido por todo o deserto árido no conforto de um ônibus com ar-condicionado cheio de garrafas de água gelada. Para mim, um oásis não era nada espetacular. Os israelitas tinham caminhado anos peregrinando em um deserto quente e seco. Para eles, o verde pálido estendido à visível distância significou água refrescante e provedora de vida. Eles estavam sedentos; eu revigorada. Eles estavam exaustos; eu estava descansada. Eles tinham peregrinado 40 anos para chegar lá; eu apenas quatro horas.
Como um oásis, a bondade de Deus é encontrada em lugares secos e difíceis. Com que frequência, me pergunto, falhamos em ver Sua bondade porque os nossos sentidos espirituais têm sido entorpecidos pelo conforto? Algumas vezes os dons de Deus são vistos mais claramente quando estamos cansados e sedentos. Que tenhamos sempre sede dele (Salmo 143:6).

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

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10 de agosto de 2012

Busque e salve

Marvin Williams
Lucas 19:1-10
Porque o Filho do Homem veio buscar e salvar o perdido. —Lucas 19:10
Isaías 43–45
Lachlan Macquarie, governador de um estado australiano, de 1810–21, tinha um jeito de fazer todos sentirem-se incluídos na nova colônia. Quando os “exclusivos” (colonos livres, servos civis e oficiais militares) baniram da sociedade os “libertos” (condenados que receberam o perdão condicional ou absoluto), o governador Macquire insistiu que eles fossem tratados como indivíduos de igual valor social.
Jesus demonstrou interesse por Zaqueu, um coletor de impostos banido em Jericó, e o incluiu entre os beneficiários do Seu plano de salvação (Lucas 19:1-10). Um homem marginalizado e odiado por sua profissão, Zaqueu estava desesperado para ver Jesus e subiu em uma árvore para vê-lo de relance. Quando Jesus passou por ali, viu o desejo de Zaqueu e pediu-lhe que descesse, pois ele tinha um compromisso divino em sua casa. Alguns reclamaram por Jesus estar investindo tempo com um pecador. Sua atenção amorosa transformou a vida de Zaqueu. Ele se arrependeu e ofereceu restituição àqueles a quem havia defraudado. A salvação chegara à sua casa.
A missão de Jesus era simples: Procurar diligentemente por pessoas perdidas, fosse qual fosse a classe social, e oferecer-lhes o plano de Deus para salvação. Como seguidores de Cristo, nós também temos esta mesma missão.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

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9 de agosto de 2012

Consolo no cativeiro

Dennis Fisher
Isaías 39:5–40:5
Consolai, consolai o meu povo… —Isaías 40:1
Isaías 40–42
Em dez de fevereiro de 1675, 50 famílias de colonos em Massachusetts, EUA, temiam possíveis invasões de indígenas nativo-americanos. Joseph Rowlandson, o ministro puritano do vilarejo, estava em Boston pleiteando proteção com o governo, enquanto Mary, sua esposa, ficou para trás com seus filhos. Ao nascer do sol, os colonos foram atacados. Após alguns colonos terem sido mortos, Mary e outros sobreviventes foram levados cativos.
Mary vivenciou bondade e crueldade por parte de seus captores. Os indígenas, cientes da natureza religiosa dos colonos, deram-lhe uma Bíblia que haviam confiscado. Mais tarde, ela escreveria em suas memórias sobre “a bondade de Deus em trazer às minhas mãos tantas Escrituras consoladoras e aplicáveis ao meu sofrimento”. A Palavra de Deus era o seu grande consolo até ela ser resgatada pelos colonialistas em dois de maio.
Enquanto a nação de Judá esperava para ser levada em cativeiro por um poder estrangeiro (Isaías 39:5-7), o desespero de seu povo deve ter sido enorme. Mas mesmo nesta apavorante expectativa, as palavras de Deus trouxeram consolo: “…Boa é a palavra do Senhor que disseste…” (v.8).
Você já foi levado ao cativeiro por circunstâncias além do seu controle? Caso isso tenha acontecido, leia e medite na Palavra e experimente o consolo de Deus.

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

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8 de agosto de 2012

Ganhadores e perdedores

Dave Branon
1 Pedro 3:8-12
…por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. —Filipenses 2:3
Isaías 37–39
Quando o jogo da fase final do campeonato de futebol americano terminou e a equipe vencedora celebrou sua vitória, minha filha Lisa percebeu que sua filha de quatro anos estava chorando. Isto pareceu estranho, já que nenhum dos pais de Eliana se importava com quem havia vencido o jogo.
Quando Lisa perguntou à filha por que chorava, a menina disse: “Estou com pena de quem perdeu. Eles parecem tão tristes.”
Podemos aprender algo sobre compaixão com uma criança pequena? Neste mundo em que ganhar é tão importante e no qual os perdedores são rejeitados, esquecidos e difamados, precisamos deste lembrete: as pessoas precisam de compaixão. Quando vemos outros lutando com uma perda, estamos dispostos a derramar lágrimas com eles, colocar nossos braços ao seu redor e oferecer ajuda?
Várias passagens das Escrituras nos desafiam a tratar outros com compaixão. O livro de Filipenses 2:1-3 nos diz para considerar os outros como superiores a nós, cuidarmos de seus interesses — não apenas dos nossos. O livro de 1 Pedro 3:8-12 lembra que a compaixão significa tratar os outros “como irmãos”, e Colossenses 3:12-15 afirma que a misericórdia, a bondade e a humildade são marcas daqueles a quem Deus redimiu.
Olhe ao seu redor. Você vê alguém passando por uma perda difícil? Além de sentir empatia, alcance-os com a compaixão e o amor de Deus.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Pão Diário


7 de agosto de 2012

Exclamação celestial!

Anne Cetas
1 Reis 8:22-30
Os céus proclamam a glória de Deus… —Salmo 19:1
Isaías 34–36
Em agosto de 2011 a NASA liberou uma imagem composta do telescópio Hubble que deixou as pessoas sorrindo. A imagem é do início de uma colisão entre duas galáxias. A colisão parece com um ponto de exclamação celestial (!). A última estatística que li diz que há aproximadamente 100 bilhões de galáxias observáveis no universo. Cada galáxia tem centenas de bilhões de estrelas e mais galáxias estão sendo descobertas.
Quando vi a imagem do ponto de exclamação no jornal, lembrei-me de nosso tremendo Criador. Os céus proclamam a Sua glória (Salmo 19:1), mas Ele é ainda maior que os céus que fez. Após Salomão ter construído um templo no qual a presença do Senhor pudesse habitar, ele orou: “Mas, de fato, habitaria Deus na terra? Eis que os céus e até o céu dos céus não te podem conter, quanto menos esta casa que eu edifiquei” (1 Reis 8:27). Ele sabia que se os céus não pudessem conter a presença de Deus, o templo que ele havia feito certamente não poderia contê-lo.
O Senhor é muito maior do que nossas mentes podem apreender. No entanto Ele tornou possível que o conhecêssemos por meio de Seu Filho Jesus, a quem enviou para viver nesta terra, morrer por nós e ser ressuscitado. Quando acreditamos nele, nossas vidas se unem aos céus, proclamando Sua glória!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

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6 de agosto de 2012

Sempre

Joe Stowell
1 Tessalonicenses 4:13-18
…estaremos para sempre com o Senhor. Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras. —1 Tessalonicenses 4:17-18
Isaías 31–33
Amo as palavras sempre e nunca. São carregadas de esperança! Gostaria de pensar que poderia estar sempre feliz e que a vida nunca me decepcionaria. Mas a realidade diz que eu nem sempre serei feliz e aquilo que espero que nunca aconteça um dia poderá tornar-se realidade. Portanto, por melhores que soem essas palavras, elas lutam para corresponder ao seu potencial — a não ser que você esteja pensando na promessa da presença de Jesus.
Jesus disse a um grupo de discípulos atribulados que temiam enfrentar a vida sozinhos, “…estou convosco todos os dias…” (Mateus 28:20). O escritor do livro de Hebreus nos lembra do que Jesus disse, “…De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Assim, afirmemos confiantemente: O Senhor é o meu auxílio, não temerei…” (Hebreus 13:5-6). E o apóstolo Paulo garante aos cristãos que após a morte “…estaremos para sempre com o Senhor” (1 Tessalonicenses 4:17). Que encorajador!
Não importa o quanto sua jornada possa ser assustadora hoje ou o quanto nosso futuro possa parecer desesperançoso, a segurança de Sua presença infalível pode nos suprir coragem e consolo para que cheguemos ao fim. E o melhor de tudo, quando esta vida tão curta acabar, estaremos para sempre com Ele. Não é surpresa que Paulo nos encoraja: “Consolai-vos, pois, uns aos outros com estas palavras” (v.18).

domingo, 5 de agosto de 2012

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5 de agosto de 2012

Completamente limpo

Bill Crowder
1 João 1:1-10
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. —1 João 1:9
Isaías 28–30
Certo amigo falou-me sobre o seu ano anterior — um ano em que passara por constante tratamento médico contra o câncer. O sorriso em seu rosto era um poderoso testemunho das boas notícias que acabara de receber. Disse-me que em seu check-up anual o médico tinha informado que todos os resultados dos testes indicavam a alternativa: “completamente limpo!” Que diferença duas palavras podem fazer! Para meu amigo, ouvi-las, significou que todo o rastro da doença que havia ameaçado sua vida meses antes tinha desaparecido de seu corpo. Alegramo-nos ao ouvir que ele estava completamente limpo!
O rei Davi, após sua falha moral com Bate-Seba, ansiava para que algo semelhante a isso acontecesse em seu coração. Esperando que as manchas de seu pecado fossem lavadas e desaparecessem, ele clamou: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável” (Salmo 51:10). Há uma maneira de lidar com os nossos pecados, e esta é boa notícia para ele e também a nós. Quando precisamos de limpeza, as palavras familiares de João trazem esperança: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9).
Não podemos limpar nossos próprios corações, apenas Deus pode fazê-lo. Se confessarmos nossos pecados, Ele promete nos deixar completamente limpos!

sábado, 4 de agosto de 2012

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4 de agosto de 2012

Escolhas que mudam a vida

David C. McCasland
Isaías 41:8-14
…não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus… —Isaías 41:10
Isaías 25–27
A decisão do atleta campeão Eric Liddell de não correr no domingo nos Jogos Olímpicos de 1924 não foi difícil, pois ele acreditava profundamente que o Dia do Senhor era para adoração e descanso.
Liddell enfrentara um dilema mais agonizante um ano antes, quando fora convidado para falar sobre sua fé em Cristo a um grupo de mineradores de carvão. E a respeito de seu conflito, ele disse: “Em toda a minha vida mantive-me longe das tarefas públicas, mas a orientação de Cristo desta vez foi em direção oposta, e eu me encolhi, não querendo ir adiante. Mas finalmente decidi colocar tudo em Cristo — afinal de contas, se Ele me chamou para fazê-lo, Ele teria que suprir o poder necessário. Ao ir adiante o poder me foi concedido.”
No dia seguinte após concordar em compartilhar publicamente sua fé, Eric recebeu uma carta de sua irmã, Jenny, que estava na China. Escrita semanas antes, terminava com este versículo das Escrituras: “…não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel” (Isaías 41:10).
Todo chamado de Deus é uma oportunidade para dizermos “Sim”, confiando na força dele e não em nossa própria.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

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3 de agosto de 2012

Fé com obras

Albert Lee
Tiago 2:14-26
Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta. —Tiago 2:17
Isaías 22-24
Por causa de sua artrite, Rogério já não podia aguentar os invernos do estado de Illinois, EUA, e mudou-se para Bancoc, Tailândia. Certo dia, lembrou-se da canção favorita de sua avó, “O que você é”: O que você é fala tão alto que o mundo não consegue ouvir o que você diz; todos olham para sua caminhada, sem ouvir o que você diz; julgam suas ações todos os dias.
Esta canção incitou Rogério a alimentar os desabrigados que ficavam a uns seiscentos metros da estrada. Todas as manhãs, ele servia refeições quentes para mais de 45 famílias. Anos mais tarde, uma das desabrigadas conheceu Jesus como Salvador e procurou Rogério para agradecê-lo por apresentá-la ao amor de Cristo.
No livro de Tiago, nos é dito claramente que a fé, sem obras, é morta (2:17). Não significa que as obras resultarão em fé, mas que as boas obras comprovarão que a nossa fé é verdadeira. É fácil dizer que acreditamos em Deus, mas apenas nossas obras podem provar a veracidade de nossas palavras. Abraão foi um exemplo deste fato. Ele não apenas falou sobre a sua fé, mas a demonstrou por sua disposição de abrir mão de seu único filho em obediência a Deus (Tiago 2:21-24; Gênesis 22:1-18). E Isaque foi poupado.
Hoje, como podemos demonstrar ativamente o nosso amor e confiança em Deus?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

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2 de agosto de 2012

Preste atenção

Jennifer Benson Schuldt
Rute 2:13-20
…Bendito seja aquele que te acolheu favoravelmente!… —Rute 2:19
Isaías 19–21
Enquanto estava em pé na fila do caixa, tentei estimar o valor de minha compra ao mesmo tempo em que evitava que meu filho saísse andando para longe. Mal percebi que a mulher à minha frente misturou-se aos outros em direção à saída deixando suas compras para trás. O balconista segredou-me que ela não tinha dinheiro suficiente para pagar a conta. Senti-me terrível; se eu simplesmente tivesse percebido antes, eu a teria ajudado.
Boaz percebeu o apuro de Rute quando a viu rebuscando nos campos (Rute 2:5). Ele soube que ela enviuvara recentemente e era quem ganhava o pão para si mesma e para a sogra. Boaz percebeu que Rute necessitava de proteção e alertou os seus segadores para deixarem-na em paz (v.9). Ele forneceu comida extra a esta mulher, instruindo seus trabalhadores a deixarem os grãos caírem de propósito (v.16). Boaz lidou inclusive com as necessidades emocionais de Rute, confortando-a (vv.11-12). Quando Noemi ouviu isso, disse: “…Bendito seja aquele que te acolheu favoravelmente!…” (v.19).
Você está ciente das necessidades das pessoas ao seu redor — em sua igreja, vizinhança ou até debaixo de seu teto? Pense hoje em como você pode aliviar o fardo de alguém. Só então você estará cumprindo o plano de Deus para você (Gálatas 6:2; Efésios 2:10).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

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1 de agosto de 2012

Mas Deus

Julie Ackerman Link
Romanos 5:8-11
Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores. —Romanos 5:8
Isaías 16–18
Howard Sugden, meu pastor quando eu estava na faculdade, pregava sermões memoráveis. Após todos estes anos, um dos sermões intitulado “Mas Deus…” ainda me faz parar sempre que me deparo com essas palavras na Bíblia. Aqui estão alguns exemplos de versículos que me encorajam com o lembrete da justa intervenção de Deus em questões humanas:
“Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; [mas] porém Deus o tornou em bem, para […] que se conserve muita gente em vida” (Gênesis 50:20).
“…eles descem diretamente para a cova, onde a formosura se consome; […] Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte…” (Salmo 49:14-15).
“Ainda que a minha carne e meu coração desfaleçam. [Mas] Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmo 73:26).
“Dificilmente alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco, pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:7-8).
“…nem olhos viram, nem ouvidos ouviram […] o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus no-lo revelou pelo Espírito…” (1 Coríntios 2:9-10).
Sempre que você se sentir desencorajado, procure por alguns versículos com as palavras “mas Deus” e tenha novamente a garantia do envolvimento de Deus nas vidas daqueles que o amam.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

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26 de julho de 2012

Inimigos em amigos

Dennis Fisher
Mateus 5:43-48
Eu, porém, vos digo: amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem. —Mateus 5:44
Cântico dos Cânticos 5–8
Durante a Guerra Civil dos EUA, o ódio se entrincheirou entre o Norte e o Sul. Certa ocasião, o presidente Abraham Lincoln foi criticado por falar em tratamento benevolente para os rebeldes do Sul. O crítico lembrou Lincoln de que havia uma guerra em curso, os Confederados eram os inimigos e deveriam ser destruídos. Mas, sabiamente, Lincoln respondeu: “Eu destruo meus inimigos quando os torno meus amigos.”
O comentário de Lincoln é cheio de discernimento. De muitas maneiras, reflete o ensinamento de Jesus no Sermão do Monte: “…amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste” (Mateus 5:44-45).
Encontraremos pessoas difíceis em nossas vidas — para algumas dessas, precisaremos estabelecer limites. Mas, render-se à tentação de minar ou prejudicá-las de alguma forma não é a maneira de Deus agir. Em vez disso, deveríamos orar por elas, demonstrar consideração, buscar seus melhores interesses e enfatizar o positivo. Isso poderá resultar na transformação de um inimigo em amigo.
Nem todas as pessoas reagirão de maneira positiva a nosso favor, mas podemos orar e planejar um relacionamento mais harmonioso. Quem é a pessoa difícil, da qual você pode começar a aproximar-se?

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Pão Diário


25 de julho de 2012

Lembre-se do motivo

David C. McCasland
Marcos 10:35-45
Pois o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. —Marcos 10:45
Cântico dos Cânticos 1–4
Joe Morris aromatiza o sorvete com ingredientes que variam de chocolate e morangos ao chá verde e pimentas malagueta. Ele é um dos três sorveteiros duma bem-sucedida empresa norte-americana, conhecida por sua qualidade, criatividade e inovação. Entretanto, Joe não se esqueceu do motivo pelo qual ele faz isso.
Ele contou a um repórter que um de seus empregados mais antigos na empresa sempre lhes lembrava: “Por que fazemos sorvete? É um alimento feliz. Estamos aqui para fazer as pessoas felizes.” E é por isso que Joe Morris faz sorvete.
Sabemos que é extremamente importante lembrar a razão de tudo o que fazemos como seguidores de Jesus. Se nos esquecemos, tornamo-nos como os discípulos quando uma disputa sobre quem era o maior dentre eles criou raiva e divisão no grupo. Jesus lembrou-os de que “…o próprio Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10:35-45).
Se a nossa meta é compartilhar as boas-novas do amor de Deus, não nos tornaremos impessoais ou ásperos se alguém resistir ou ridicularizar nosso apelo. Ao seguirmos o caminho de serviço e sacrifício amoroso do nosso Senhor, somos lembrados de que Ele veio para servir e salvar.
Essa é a razão de tudo o que fazemos.

terça-feira, 24 de julho de 2012

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24 de julho de 2012

Plantado na casa do Senhor

David H. Roper
Salmo 92
Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor. —Salmo 92:14
Eclesiastes 10–12
Após conduzir uma série de entrevistas com pessoas idosas, o autor Don Gold publicou o livro Until the Singing Stops: A Celebration of Life and Old Age in America (Até o Canto Cessar: Uma Celebração da Vida e Idade Avançada nos EUA).
Gold amava e admirava sua avó, e a memória dela o impeliu a ir ao encontro de outras pessoas idosas e aprender com elas. Ele se lembra de que, a caminho de uma das suas entrevistas, se perdeu numa estrada de terra no interior do estado. Quando entrou numa fazenda para pedir informação, um adolescente veio, ouviu, encolheu os ombros e respondeu “Não sei”. Ele então, continuou dirigindo. Alguns quilômetros adiante, ele parou novamente numa casa de fazenda. O fazendeiro, idoso, lhe forneceu, graciosamente, as informações perfeitas.
Talvez, devaneou Gold, essa experiência resuma o que ele buscava quando a memória de sua avó o fez ir à busca de pessoas como ela. Ele procurava alguém para guiá-lo em sua jornada pela vida.
Se você é “jovem”, busque pessoas idosas que se supriram profundamente do amor e da bondade de Deus no decorrer de suas vidas. Elas têm sabedoria para compartilhar, a qual lhe ajudará a também florescer e crescer em sua fé (Salmo 92:12-14).

segunda-feira, 23 de julho de 2012

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23 de julho de 2012

Tempos de tribulação

Joe Stowell
João 16:25-33
…No mundo, passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo. —João 16:33
Eclesiastes 7–9
Mesmo sem nunca ter ouvido falar da Lei de Murphy, provavelmente você já a experimentou: “Se alguma coisa pode dar errado, dará.”
A máxima de Murphy me lembra do princípio que Jesus compartilhou com Seus discípulos quando lhes disse: “No mundo, passais por aflições…” (João 16:33). Em outras palavras, podemos contar com isso — mais cedo ou mais tarde, encontraremos tempos de tribulação. Não da maneira que, originalmente, Deus desejava que a vida transcorresse, mas, quando a raça humana sucumbiu à sedução de Satanás no jardim, tudo neste planeta caiu nas garras do pecado. Desde então, o resultado tem sido a desordem e a disfunção.
É óbvio que existem as tribulações na vida. A existência da paz frequentemente nos ilude. É interessante que, quando Jesus alertou Seus seguidores sobre a tribulação, Ele também prometeu paz, e até lhes disse: “…tende bom ânimo; eu venci o mundo” (v.33). A palavra venci indica um acontecimento ocorrido que produz efeito contínuo. Jesus não somente conquistou o mundo decaído por meio de Sua morte e ressurreição, mas continua a proporcionar vitória, independentemente de quanta tribulação possamos enfrentar.
Portanto, embora possamos esperar alguma tribulação neste mundo decaído, é uma boa-nova poder contar com Jesus para termos paz em tempos de tribulação.

domingo, 22 de julho de 2012

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22 de julho de 2012

Circundado por orações

Anne Cetas
Romanos 15:22-33
Rogo-vos, pois, irmãos […] que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor. —Romanos 15:30
Eclesiastes 4–6
Sydnie, nove anos, filha da minha amiga Melissa, estava no hospital para quimioterapia e transplante de medula óssea quando sonhei com ela. Sonhei que ela estava hospedada num quarto central do hospital, com seus pais. Em torno de seu quarto havia um bloco de outros quartos nos quais a família e os amigos estavam hospedados e oravam continuamente por ela durante seu tempo de tratamento.
Na vida real, Sydnie não estava fisicamente circundada por familiares e amigos em quartos adjacentes. Mas, espiritualmente falando, ela estava e ainda está circundada por orações e amor.
Parecia que o apóstolo Paulo desejava estar cercado por orações. Na maioria de suas cartas às igrejas, ele pedia para ser lembrado em oração ao Senhor (2 Coríntios 1:11; Efésios 6:18-20; Colossenses 4:2-4; Filemom 1:22). Aos cristãos de Roma, ele escreveu: “Rogo-vos, pois, irmãos […] que luteis juntamente comigo nas orações a Deus a meu favor” (Romanos 15:30). Ele sabia que não poderia ser eficaz em seu serviço a Deus sem o Seu poder.
A Bíblia nos conta que Jesus também ora por nós (João 17:20; Hebreus 7:25), como também o Espírito Santo, cujas orações são segundo a vontade de Deus (Romanos 8:27). Que conforto ser cercado por oração!

sábado, 21 de julho de 2012

Pão Diário


21 de julho de 2012

Fica ao Meu Lado

Bill Crowder
Hebreus 13:1-8
…Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. —Hebreus 13:5
Eclesiastes 1–3
Um dos destaques anuais do futebol inglês é a partida final da Copa da Inglaterra. Há mais de 100 anos, esse dia tem sido marcado por entusiasmo, festividade e competição. Mas, o que me fascina é a maneira como o jogo começa: cantando-se o tradicional hino Fica ao Meu Lado (HCC 402).
No início, isso me parecia estranho. O que esse hino tem a ver com futebol? Ao pensar sobre isso, porém, percebi que, para o seguidor de Cristo, ele tem tudo a ver com esportes, compras, trabalho, ir à escola, ou qualquer outra coisa que façamos. Uma vez que não existe parte alguma de nossas vidas que não deva ser tocada pela presença de Deus, o desejo de que Ele permaneça conosco é, na verdade, a coisa mais razoável que poderíamos desejar. Certamente, a presença de nosso Pai celestial não é algo que necessitamos pleitear — ela é prometida a nós. Em Hebreus 13:5, lemos: “…porque [Deus] tem dito: De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei”.
A presença de Deus não é somente a chave para o nosso contentamento, mas também a promessa que pode nos conceder sabedoria, paz, conforto e força — não importa onde estivermos ou o que estivermos fazendo.